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domingo, 1 de março de 2015

O que é limite de crédito global?

Limite de crédito global é o valor máximo de  crédito que o estudante terá direito durante todo o curso.
Esse valor é definido levando em conta o valor financiado no semestre de contratação, multiplicado pela quantidade de semestres restantes até a conclusão do curso acrescido  de 25 % para suprir possíveis aumentos de mensalidades até o final do curso.
Os valores financiados a cada semestre  serão deduzidos  do limite de crédito global.

Exemplo para um curso de 10 semestres, em que o estudante começa a estudar com o Fies desde o início.
Semestralidade inicial =  10.000,00
Valor total do curso    = 100.000,00(valor da semestralidade multiplicado por 10)
Acréscimo de 25%     =   25.000,00(valor para suprir possíveis aumentos de mensalidades)
Valor do limite global =125.000,00( valor total da semestralidade do curso acrescido de 25%)

E caso o limite global não seja suficiente?
Neste caso ao fazer o aditamento de renovação ou a dilação do prazo do curso, o estudante terá de fazer uma solicitação formal ao agente operador, no caso o FNDE, mediante assinatura de termo aditivo.

Neste caso ficará o  aumento do limite ficará a critério do FNDE, que poderá ou  não autorizar.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Erro 511- O valor da semestralidade informado é superior ao valor máximo passível de financiamento. Verifique junto á CPSA.

 Muitos estudantes ao fazer a inscrição tem se deparado com o seguinte aviso:
Esse erro não inviabiliza a inscrição, por isso gera a mensagem (M002)- Registro Salvo com Sucesso!

O estudante consegue prosseguir a inscrição e concluí-la.
No final, ao gerar o Comprovante de Inscrição, a mesma mensagem é gerada no comprovante.

Segundo informações colhidas pelo Blog Tudo Sobre Fies, esse erro tem relação com o valor máximo de reajuste da mensalidade do Fies autorizado pelo MEC, 6,41%.
Em algumas IES(Instituição de Ensino Superior) a CPSA (Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento) consegue validar a inscrição sem alterar nenhum valor. Em outras não.

Quando não é possível validar, se a CPSA reabrir a inscrição e o valor da mensalidade for corrigido e ficar dentro do reajuste autorizado, a mensagem desaparece; Então a CPSA consegue validar a inscrição e o DRI( Documento de Regularidade de Inscrição) é liberado para  que o estudante pode ir ao banco fazer a contratação.



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Mensagens de erro e problemas no site Sisfies do MEC na inscrição do Fies

Como era esperado o site do Fies, o Sisfies, está apresentando um grande número de erros. A grande maioria em função da quantidade de acessos simultâneos, o que sobrecarrega o site.
O ideal seria a área de tecnologia do MEC disponibilizar mais servidores, para assim permitir  um maior número de acessos.
Enquanto isso não acontece vão continuar ocorrendo erros e quedas de página.

 Abaixo listamos alguns dos erros mais comuns relatados pelos estudantes:

-Erro na aplicação. Ocorreu um erro no sistema, por favor, tente novamente.

-M001) - Erro ao salvar registro. Tente novamente.

- Aviso ( sem que não nada escrito abaixo do aviso)

-Erro 004 codigo de verificação de imagem não confere

-(081) - O número de telefone deve possuir no mínimo 11 caracteres, (99) 99999-9999


Entretanto o erro abaixo  pode ser que não seja em função de problema de congestionamento do site:
-(511)- O valor da semestralidade informado é superior ao valor máximo passível de financiamento. Verifique junto à CPSA

Em relação a esse erro, que não impede que o estudantes finalize a inscrição.  Será que quando a CPSA for validar a inscrição do estudante será permitido  fazer a validação?
Será que esse erro tem relação com o aumento máximo de 6,41% na mensalidade em relação ao semestre anterior?

Saberemos em breve, quando as CPSAs forem validar...


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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Regulamentada a inscrição do Fies referente ao 1º semestre de 2015

Regulamentada, de acordo com a portaria nº2, conforme abaixo, as condições para inscrição do Fies referente ao 1º semestre de 2015.
Atenção para o artigo 2º: O agente operador do Fies utilizará indicadores de desempenho e de qualidade de instituição de ensino superior aderentes ao Programa para fins de concessão do financiamento, mediante a implementação de mecanismos específicos no Sisfies.
O que isso quer dizer? Ao que tudo indica, IES e cursos com desempenho insuficiente não irão participar do processo.

O artigo 4º desta portaria, indica que o parcelamento referente ao repasse de, no máximo, 8 mensalidades a cada ano para as IES com mais de 20 mil estudantes, só valerá para este ano.


Ministério da Educação.
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2015
Dispõe sobre o prazo de inscrição ao Fundo de Financiamento Estudantil - Fies referente
ao primeiro semestre de 2015.
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto na Lei no 10.260, de
12 de julho de 2001, resolve:
Art. 1º A inscrição no Fies para o primeiro semestre de 2015 será efetuada exclusivamente pela internet, no período de 23 de fevereiro a 30 de abril de 2015, por meio do Sistema Informatizado do
Fies (Sisfies), disponível nas páginas eletrônicas do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE.
Art. 2º O agente operador do Fies utilizará indicadores de desempenho e de qualidade de instituição de ensino superior aderentes ao Programa para fins de concessão do financiamento, mediante a implementação de mecanismos específicos no Sisfies.
Art. 3º Não se aplica ao processo de inscrição ao FIES referente ao primeiro semestre de 2015 qualquer dispositivo normativo em conflito com a presente Portaria.
Art. 4º O art. 33 da Portaria Normativa MEC nº 15, de 8 de julho de 2011, com a redação dada pela Portaria Normativa MEC nº 23, de 26 de dezembro de 2014, aplica-se somente ao exercício de
2015.
Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
CID FERREIRA GOMES


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Inscrições do Fies reabrem no dia 23/02/2015, mas sob que condições?

O MEC divulgou que serão reabertas as inscrições do Fies para o 1º semestre de 2015, no período de 23/02 a 30/04/2015.
O que não foi divulgado é "como" serão reabertas as inscrições.
Até agora não houve nenhum questionamento nem por parte dos estudantes, nem da imprensa sobre o "como". Pelo jeito tampouco as IES( Instituições de Ensino Superior) sabem.
E isso é fundamental!
Na reabertura das inscrições as regras deverão estar claras.
Algumas perguntas até agora sem resposta:
Serão priorizados alguns cursos? haverá limitação de inscrições? As IES que aumentaram as mensalidades, além do teto de 6,4% em relação ao ano passado, participarão do processo?

Além disso os estudantes merecem saber em qual horário serão reabertas. A partir de 0:00? Uma da tarde? Três da tarde?

Com a palavra o Ministério da Educação.



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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Aditamento do 2º semestre de 2014 e de semestres anteriores não serão prorrogados.

Com a publicação da Portaria normativa 30 de 04 de Fevereiro de 2015, conforme abaixo*, fica claro que não haverá prorrogação do aditamento de semestres anteriores para quem perdeu o prazo do aditamento.
Nesta portaria é reaberto o prazo somente para a suspensão dos contratos, ou seja, só permite que o estudante suspenda o Fies. Se fosse para prorrogar os aditamentos a portaria contemplaria também os aditamentos de renovação.
Sendo assim, os estudantes que tem direito à suspensão terão de solicitá-la até 30/04/2015.
Caso tenham estudado no(s) semestr(es) anterior(es) terão de arcar com a parte que era financiada pelo Fies integralmente.
Caso o estudante não tenha mais direito à suspensão o Fies terá de ser encerrado.

Os estudantes que não fizeram o(s) aditamento(s) em função de erros do sistema ou de um dos agentos do programa, CPSA, IES, Agentes financeiros ou do agente operador, devem abrir demanda ou reiterar as demandas já formalizadas.

Análise: é possível haver uma reviravolta neste caso? Possibilidade sempre há, mas é bem remota.
Somente com uma grande mobilização por parte dos estudantes nessa situação é que poderá haver uma nova reabertura do prazo.


Abaixo a portaria publicada:
*FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
PORTARIA Nº 30, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2015
Dispõe sobre a reabertura de prazo para a realização de aditamento de suspensão temporária e sobre a definição de prazo para a realização de aditamento extemporâneo de contrato de financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
O PRESIDENTE DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE), nomeado por meio da Portaria nº 219, da Casa Civil da Presidência da República, publicada no DOU de 3 de fevereiro de 2015, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo art. 15 do Anexo I do Decreto nº 7.691, de 2 de março de 2012, publicado no DOU de 6 de março de 2012, e considerando o disposto no inciso II do art. 3º da Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001, no § 2º do art. 2º da Portaria Normativa MEC nº 28, de 28 de dezembro de 2012, e no § 3º do art. 25 da Portaria Normativa MEC nº 1, de 22 de janeiro de 2010, resolve:
Art. 1º Liberar, no período de fevereiro a abril de 2015, a realização de aditamento de suspensão temporária do financiamento referente ao 2º semestre de 2013 e aos 1º e 2º semestres de 2014.
Art. 2º O prazo para a realização de aditamento de contrato de financiamento, autorizado com base no disposto no art. 25 da Portaria Normativa MEC nº 1, de 22 de janeiro de 2010, será de até 10(dez) dias da data da sua liberação no Sistema Informatizado do FIES (SisFIES).
Parágrafo único. Na ocorrência da liberação de mais de um aditamento para um mesmo contrato de financiamento, o prazo de que trata o caput passará a ser contado a partir da data de contratação do último aditamento liberado.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
ANTONIO IDILVAN DE LIMA ALENCAR


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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O Fiador no Fies. Como deixar de ser fiador no Fies?

De forma reduzida fiança significa o seguinte:
A fiança é uma espécie de contrato através do qual uma pessoa, o fiador, garante com seu patrimônio a satisfação de um credor, caso o devedor principal, aquele que contraiu a dívida, não a pague em seu(s) vencimento(s).

A Fiança no Fies ainda é mais rígida do que a maioria das fianças bancárias normais.
Ao aceitar ser  fiador esteja ciente que está assumindo a dívida total do contrato, por tempo indeterminado e só poderá ser substituído com a anuência do estudante e do agente financeiro do Fies. Inclusive, durante a fase de utilização, o estudante pode aditar e renovar o Fies sem a sua anuência através do aditamento SIMPLIFICADO.
Não existe fiança por tempo determinado no Fies. Não acredite se lhe disserem que só será fiador por seis meses, você será fiador por tempo indeterminado até que o substituam. Caso não seja substituído, continuará sendo fiador e, caso seja o último fiador, ficará responsável por TODA  A DÍVIDA, não somente o que foi assinado por você.
Além disso, nos contratos assinados a partir de 2010, o sistema do MEC só permite a mudança do fiador no aditamento. Se o estudante, à revelia do fiador, continua a aditar e o aditamento for SIMPLIFICADO, o fiador continuará preso à fiança. Neste caso a dívida ainda aumentará em função da liberação do valor do semestre.
O MEC não criou nada para que o fiador possa bloquear o aditamento, como existia no antigo sistema da Caixa, quando a Caixa era o agente operador do Fies.

Caso o estudante não tenha mais condição ou não queira mais aditar o contrato, não há possibilidade de substituição.

 Atenção: ao assinar o contrato, você concorda com a cláusula décima primeira que diz o seguinte:

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - DA GARANTIA - Assina(m), também, este Contrato o(a) Sr.(a)  FULANO DE TAL ,  na qualidade de fiador(es) e principal(is) pagador(es), sendo esta fiança absoluta irrevogável, irretratável e incondicional, não comportando qualquer tipo de exoneração, renunciando o(s) fiador(es), expressamente, aos benefícios dos artigos 830, 834, 835 e 837, todos do Código Civil Brasileiro, solidariamente se responsabilizando pelo cumprimento de todas as obrigações assumidas pelo(a) FINANCIADO(A) neste instrumento.

Ou seja, você passa a ser o principal pagador  e renuncia aos seguintes artigos  do código civil: 

Art. 830. Cada fiador pode fixar no contrato a parte da dívida que toma sob sua responsabilidade, caso em que não será por mais obrigado.
Art. 834. Quando o credor, sem justa causa, demorar a execução iniciada contra o devedor, poderá o fiador promover-lhe o andamento.
Art. 835. O fiador poderá exonerar-se da fiança que tiver assinado sem limitação de tempo, sempre que lhe convier, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante sessenta dias após a notificação do credor.
Art. 837. O fiador pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais, e as extintivas da obrigação que competem ao devedor principal, se não provierem simplesmente de incapacidade pessoal, salvo o caso do mútuo feito a pessoa menor.


Ao ser fiador, caso haja inadimplência, o seu nome será incluído em cadastros restritivos ao mesmo tempo que o tomador do contrato. Além disso, caso vá fazer algum financiamento ou empréstimo no mesmo banco onde foi fiador, sua margem consignável será diminuída o que pode inviabilizar o seu financiamento ou empréstimo.


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sábado, 31 de janeiro de 2015

Dicas para fazer a inscrição do Fies

Aqui vão algumas dicas sobre a inscrição do Fies, para que você possa fazer de forma mais rápida e sem correr riscos. Para saber como fazer a inscrição no site de forma segura, clique Aqui

1) Verifique se a sua  IES (Instituição de Ensino Superior) normalmente solicita um valor suficiente para que a maioria dos estudantes faça a sua inscrição pelo Fies. Algumas liberam um valor muito pequeno e a maioria dos estudantes não conseguem finalizar a inscrição. Para saber mais sobre isso clique Aqui

2) Se não tem o valor certo da mensalidade, e não tem como entrar em contato com a faculdade no momento da inscrição, coloque um valor que acha que seja o máximo que a faculdade cobra, pois caso o valor esteja incorreto, a CPSA(Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento)  da IES pode reabrir a inscrição para correção.
Caso coloque um valor muito baixo e a sua IES tenha pouco limite financeiro, pode ser que ao tentar confirmar sua inscrição,depois da correção, não haja limite financeiro suficiente.

3) Não confunda os tipos de fiança.
Fundo garantidor é a garantia SEM FIADOR, será garantido pelo FGEDUC  que é um fundo criado para cobrir a inadimplência, caso exista.Caso tenha direito o melhor é sempre escolher essa opção.
Fiança Solidária é a garantia que é dada por um grupo de 3 a 5 estudantes e você já tem de ter este grupo já consolidado. É preciso que todos estejam juntos no banco na hora de assinar o contrato.
Fiança convencional é a fiança tradicional com um ou dois fiadores. O fiador, que pode também ser qualquer membro do grupo familiar, exceto cônjuge do estudante, fica como garantidor do contrato em caso de inadimplência do estudante.
Atenção:  neste tipo de garantia, caso o fiador  já tenha sido  fiador de qualquer outro contrato no Banco do Brasil, escolha a Caixa. O Banco do Brasil tem uma regra interna que não permite que uma pessoa seja fiador de mais de um contrato, qualquer que seja a renda.
Na Caixa basta que a pessoa tenha renda igual ou superior ao dobro de todos os contratos para que ele possa ser seu fiador.


Caso erre o tipo de fiança, ou tenha direito ao Fundo garantidor e tenha escolhido outra opção, peça para a CPSA reabrir a sua inscrição para correção.
Depois de emitido o DRI( Documento de Regularidade de Inscrição) pela CPSA da faculdade somente poderá alterar no banco entre Fiança Solidária e Fiança convencional.
Depois de assinado o contrato o tipo de garantia não poderá ser mais mudado.

4) Esteja com a documentação do grupo familiar em mãos para preencher os dados. Você poderá alterar depois que entregar na CPSA, pois  ela pode reabrir a sua inscrição para correção, mas pode ser que, com as alterações, os percentuais de financiamento possam ser aumentados ou diminuídos depois das correções.

5) O valor do salário, tanto do grupo familiar, quanto do fiador a ser informado é o salário bruto, sem levar em conta os descontos. Salários com hora extra ou comissões devem ser informados pela média dos seis últimos meses.

6) Esteja atento(a) à documentação exigida, tanto na CPSA da  IES quanto no banco. Existe um prazo para comparecer à CPSA e outro ao banco. Não perca os prazos!

7) Existem diferenças no nível de exigência entre as CPSAs . Algumas são muito exigentes outras muito flexíveis. É bom se inteirar com estudantes da sua faculdade quanto  a isso.

8) Caso perceba, após finalizar a inscrição, que existe algum dado incorreto, não se preocupe. A CPSA pode reabrir a sua inscrição. Mas atenção: somente é permitido antes de emitir o DRI ( Documento de Regularidade de Inscrição), que é o documento para levar ao banco.



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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

As alterações no Fies

Foram publicadas em 26/12/2014  e 29/12/2014 as Portaria Normativas 21, 22 e 23 que modificam substancialmente o Fundo de Financiamento Estudantil ( FIES).
Na minha  análise, de forma geral, as alterações são boas  pois tornam o programa  mais justo para o estudante que se dedica aos estudos e bem mais rígido para  as IES ( Instituições de Ensino Superior)  que passam a ter, na lei, exigências, obrigações e punições mais severas. Resta saber se, efetivamente, haverá fiscalização, fiscalização essa que deixa a desejar desde que o programa foi criado em 1999.
Embora  ache correto exigir uma nota mínima no ENEM e o não zeramento  da redação, não acho que essa regra  deveria começar a vigorar a partir de 30/03/2015. O correto para mim seria a partir de 2016. Assim todos fariam o ENEM já sabendo do que precisariam para pleitear o Fies.

O problema maior que vejo no Fies é a execução do programa, que apresenta muitas falhas principalmente de ordem tecnológica, que se agravaram em muito desde que o sistema passou a ter como agente operador o FNDE. Aliado a isso, a correção dos problemas, quando são corrigidos, demora muito e não se tem uma informação confiável  por parte dos atendentes dos canais de atendimento e ouvidoria.

1) Regulamentação da questão de benefício simultâneo  de Fies e ProUni em cursos distintos ou em IES distintas:
Na realidade já não era permitido o benefício simultâneo, foi simplesmente regulamentado de uma forma mais clara, além de fixar prazos e punições severas para o não cumprimento. 
Um ponto positivo para o estudante  é a exigência de quitação, de forma imediata,  do valor repassado simultaneamente pelo Fies e pelo ProUni.
De forma geral é o seguinte :
1)Haverá crítica por parte do Sisfies no aditamento, caso a situação perdure.O aditamento só será concluído caso haja a regularização.
2) O prazo final para a opção, ou pelo Fies ou pelo ProUni  será o prazo final do aditamento.
3)Encerramento tácito e unilateral do Fies por parte do FNDE caso o Encerramento do ProUni ou do Fies, não seja feito pelo estudante.
4)Exigência que a IES quite, de forma imediata no banco e  em moeda corrente, do valor repassado  pelo FIES ao estudante que opte pelo ProUni, caso o Fies já tenha sido concomitantemente  ao benefício do ProUni.
Análise: Resta saber se os sistemas, tanto do MEC quanto dos bancos, estarão prontos para cumprir as determinações da Portaria, o que hoje não ocorre em sua totalidade. Muitas vezes o estudante quer encerrar ou o ProUni ou o Fies e não consegue, em função de problemas operacionais.Também é importante saber se a questão do pagamento, por parte das IES, do valor recebido em duplicidade  vai ter realmente uma fiscalização rigorosa.
2) As IES para fazer a adesão  agora terá de participar, obrigatoriamente,  do último Censo da Educação Superior, anterior à formalização da  adesão.

Análise: O MEC passa a ser mais rígido na relação com as IES e busca ter um quadro mais preciso da educação superior no Brasil. É um ponto positivo.

3)Foram incluídos os dois parágrafos abaixo , para regulamentar a situação do estudante como único membro do grupo familiar( essa situação só vale para a contratação, não vale para os aditamentos):
 § 3o O estudante que se declarar como único membro do grupo familiar deverá comprovar rendimento próprio suficiente para a sua subsistência, na forma do Anexo III.
§ 4o O estudante que se declarar como único membro do grupo familiar e não possuir rendimento próprio suficiente para a sua subsistência deverá declarar a renda do seu grupo familiar, ainda que residente em local diverso do seu domicílio, observados os incisos I e II do caput deste artigo.
Análise: O parágrafo 3º Este parágrafo foi incluído para  evitar fraudes no sistema, que acontece  quando o estudante se declara  como membro único para poder usufruir da porcentagem máxima do financiamento ou poder fazer o contrato sem fiador. Se as CPSAs forem rigorosas  muitos estudantes serão desclassificados neste item. O problema é que “  rendimento próprio para a sua subsistência”   deixa pouca margem para manobra por parte do estudante, pois uma renda muito baixa inviabilizaria  a sua subsistência. 
No parágrafo seguinte regulariza uma situação que já acontece na prática, ou seja, o estudante que mora em domicílio diverso do seu grupo familiar e não tem condições para a sua subsistência. Serve também para exigir do estudante que se declarou membro único e não tem condições de se sustentar, de acordo  com o que declara.
4) Será exigida a média aritmética das notas obtidas nas provas do ENEM igual ou superior a 450 pontos, para os estudantes que concluíram o ensino médio a partir de 2010, sendo que a nota na redação obrigatoriamente terá de ser diferente de zero.
Caso o estudante  seja professor efetivo da rede pública  e esteja  em efetivo exercício do magistério de educação básica e esteja matriculado em cursos de licenciatura , normal superior ou pedagogia, n]ao haverá essa exigência.
Análise: O objetivo, louvável,  é que haja uma melhor seleção dos estudantes que irão pleitear o financiamento. O problema é que deveria valer  somente a partir de 2016 . Assim todos os estudantes estariam cientes do que precisariam para pleitear o Fies.

5) De acordo com a alteração a portaria  27 nos parágrafos 4º ao 6º passa a ter a seguinte redação : 


§ 4o A entidade mantenedora que reduzir o valor da adesão ou alterar a sua modalidade, nos termos do inciso I do caput, fica obrigada a assegurar aos estudantes as condições previstas nos incisos I e II do parágrafo único do art. 21.
§ 5o A entidade mantenedora que aumentar ou reduzir o valor da adesão, nos termos do inciso I do caput, deverá:
I - afixar comunicado em local de grande circulação de estudantes nos locais de oferta de curso; e
II - disponibilizar o comunicado na página eletrônica da IES na internet.

§ 6o O comunicado de que trata o parágrafo anterior deverá ser divulgado com no mínimo cinco dias úteis de antecedência da data da alteração e conter obrigatoriamente o valor do acréscimo ou da redução a ser efetuado.

O que isto significa? De agora em diante a IES que aderiu ao Fies " com limite de valor "  é obrigada a divulgar o valor a ser liberado e em qual data, com  pelo menos 5 dias de antecedência. Isso é um grande avanço ,pois torna mais transparente o processo além de ser possível verificar qual valor está sendo liberado.

Análise: É uma forma do MEC forçar uma pressão por parte dos estudantes, pois tendo como verificar o que está sendo liberado, pode ser feita  uma comparação com o valor de outras IES. Resta saber se haverá uma fiscalização rigorosa e uma punição caso isto não seja cumprido.Cabe aos estudantes fiscalizarem para que seja cumprido.

6)É vedado às IES exigir o pagamento de matrícula e de encargos educacionais referentes ao semestre de renovação do financiamento.
Caso o estudante não efetue o aditamento de renovação semestral no prazo regular, será 
permitida a cobrança das mensalidades. Caso o problema pela não renovação seja causado pela IES,agentes financeiros ou agente operador, o estudante tem até 180 dias do prazo para recorrer.

Análise: É importante que conste numa portaria, que as IES não podem cobrar do estudante, beneficiário do Fies, mensalidades antes de esgotado o prazo regular do aditamento.

7) As IES agora são obrigadas a dar amplo acesso aos agentes supervisor e operador do Fies dos documentos de cobrança e quitação de mensalidades de alunos pagantes e não beneficiários do ProUni e Fies. a IES que não cumprir estará sujeita à instauração de processo administrativo com diversas penalidades.

Análise: O MEC aperta o cerco contra as IES que cobram valores maiores dos beneficiários do Fies e do ProUni. Esperamos que a fiscalização seja realmente eficaz.

8) O estudante agora não poderá encerrar o Fies caso seja constatada a inadimplência com a(s) parcela(s) trimestral(is) de juros e demais encargos devidos ao Fies. Somente após o pagamento de todas as parcelas em atraso poderá ser efetuado o encerramento.


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domingo, 30 de novembro de 2014

Como verificar se o aproveitamento foi insatisfatório no DRM

O estudante pode verificar, em cada  Documento de Regularidade de Matrícula ( DRM) , se o aproveitamento foi satisfatório ou insatisfatório.
Conforme a imagem do DRM abaixo, na seta vermelha está indicado em INFORMAÇÕES DO ESTUDANTE, se o aproveitamento foi satisfatório ou insatisfatório.
































Neste caso o aproveitamento acadêmico foi insatisfatório, marcado com o X.
Abaixo a justificativa que foi colocada pela CPSA: Aluno ingressante por transferência de IES e curso(seta verde).

Caso esteja marcada a opção Sim, o aproveitamento obviamente o foi satisfatório.
Obs.: muitas faculdades , para manter o aluno, marcam sempre como aproveitamento satisfatório, mesmo que o aluno não tenha o aproveitamento mínimo de 75%.

Os dados pessoais  e da IES foram apagados.

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