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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Fies deve passar por sua mais profunda mudança

De acordo com matérias veiculadas no últimos dias, principalmente pelos jornais eletrônicos do Valor Econômico e Universo on line (UOL), haverá uma profunda mudança no Fies. Importante ressaltar que as mudanças afetarão os contratos assinados a partir do 2º semestre de 2017. 
Praticamente será um novo programa. 
Esta mudança está sendo gestada há mais de um ano, com dezenas de reuniões e estudos que visam, por parte do governo, prioritariamente, diminuir o montante de recursos públicos direcionados para o Fies.
Segundo informações do governo, o montante de recursos passou de 1,8 bilhões em 2010 para 31 bilhões em 2016.
O governo se inspira num financiamento privado, o Pravaler, mantido por algumas faculdades particulares. 

Em matéria publicada no Valor Econômico, Sólon Caldas, diretor-executivo da Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior(Abmes),disse que vai ser muito difícil para as faculdades mensurar o valor total do financiamento no ato da contratação, pois não há um indexador fixo.

Na mesma matéria, Rodrigo Capelato, do Semesp, sindicato das instituições de ensino, o possível aumento na taxa de juros pode tornar o programa inviável.

A Abraes, entidade que representa os maiores grupos do setor, fez um estudo com uma série de sugestões a serem apresentadas:
- Manutenção da taxa de juros em 6,5% ao ano.
-Redução do prazo de carência para seis meses.
-Cobrança imediata do financiamento para estudantes desistentes.
- Alíquota menor do FGEDUC*, de faculdades que possuem uma menor inadimplência por parte dos estudantes.
*FGEDUC é um fundo criado para cobrir a inadimplência do programa.

Abaixo no quadro as principais mudanças que afetam diretamente aos estudantes:
Tudo ainda é matéria de jornal, mas é quase  certo que a maioria dessas mudanças virá ou até outras que ainda não foram divulgadas.
É importante ressaltar que, quem contratou no 1º semestre de 2017, não teve acesso nem pelo contrato nem pelo site de inscrição, ao percentual de financiamento. Pode ser que haja surpresas para eles também.
Nos mesmos jornais e em outras fontes na internet, constam que há estudos para que haja um estímulo para a iniciativa privada assuma o financiamento para pessoas de renda acima da faixa de 3 salários mínimos.
Nos próximos dias teremos todas as respostas.


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